presente-doce

sobre “memórias inventadas” de Manoel de Barros, o resgate de paisagens transforma o tempo. escreve “Acho que o quintal onde a gente brincou é maior do que a cidade. A gente só descobre isso depois de grande. A gente descobre que o tamanho das coisas há de ser medido pela intimidade que temos com as coisas.”

e ainda arrisco, une gosto e cheiro –

ao lado: “vende-se cosméticos”.

batom não tem volume, creme hidratante foi o do ano passado, perfume? sempre gostou do próprio… vai esse.

aparece primeiro o cachorro abanando o rabo. a vó aprecia o neto que, dá de boca balas macias coloridas ao cão. e agradece satisfeita, não o perfume, a lembrança da filha pequena: “mãe passei perfume, cheira em mim”.

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