Sobremesa

É verdade, poesia é sobremesa.

E não dá para viver só de sobremesa.

Um corpo saudável precisa de cardápios nutritivos e algumas vezes não muito saborosos.

Quem já não tem essa preocupação com a saúde, como os que estão à espera da morte, têm o poder de realizar seus pedidos, pelo menos nessa área do comer.

Pedidos que geralmente são de sobremesas, doces.

É que quando se come um doce gostoso a gente precisa fechar os olhos para sentir melhor o seu sabor. Um direcionar de energia para o paladar. Um verdadeiro “prazear-se”.

Se você é como eu, que almoça preparando-se para o que vem depois sabe bem do que eu estou falando.

E assim a sobremesa sempre fica para depois. É o pós.

Já parou para pensar quantos dias não dá tempo de acontecer o pós ?

A sensação de dever cumprido, de fazer o necessário está completa, só que ficou faltando alguma coisa. O que será ? Talvez até demore pra você se lembrar.

Pode ser o azedinho doce, molhadinho, crocante, do jeito que você mais gostar, mas tenha certeza: é isso o que faltava.

Poesia pode ser sobremesa, e justamente por isso ela te deixará mais feliz !

Tentei escrever esse texto o mais “saudável” possível, pois minha intenção foi de alcançar os leitores mais práticos e objetivos. Quero que estes (vocês) conheçam o que encontrei de bom na hora da “não produção”.

É só pra isso que a poesia serve, pra trazer alegria.

Experimente.

Gerusa Pedreira e Silva

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